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Polyana Karine da Silva Administrator

Prazo para Contribuição Sindical Rural termina no final deste mês

O final do prazo para os produtores rurais, pessoa jurídica, recolherem a Contribuição Sindical Rural, exercício 2014, encerra no dia 31 de janeiro.

A contribuição é um tributo obrigatório, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), regulamentada pelo Decreto nº 1.166/1971. É considerado pessoa jurídica, os produtores rurais que possuem imóvel rural ou empreendem, atividade econômica rural, enquadrados como ‘empresários’ ou ‘empregadores rurais’. 

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está enviando a guia bancária de pagamento ao produtor, preenchida e com o valor da sua contribuição em 2014. Até o vencimento, o pagamento pode ser realizado em qualquer agência bancária. Se o produtor ainda não recebeu o documento (guia de pagamento), deve entrar em contato com o sindicato rural de sua região ou acessar o serviço de 2ª Via de Contribuição Sindical Rural do site da CNA.

O não pagamento, (recolhimento da guia) sujeita o produtor ao pagamento de juros, multa e correção monetária, de acordo com o previsto no Artigo 600 da CLT. As guias são emitidas de acordo com os dados das informações prestadas pelos contribuintes nas Declarações do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), repassadas à CNA pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Fonte: IAGRO

Carne bovina bate recorde de embarque em 2013


As exportações de carne bovina brasileira fecharam 2013 com receita recorde de US$ 6,6 bilhões e superaram em 15% o resultado de US$ 5,7 bilhões obtido no ano anterior.

O volume atingiu 1,5 milhão de toneladas ante 1,1 milhão registradas em 2012, alta de 36,3%. Considerando somente as exportações de carne bovina in natura, a receita em 2013 foi de US$ 5,359 bilhões, o aumento foi de 19,2% ante US$ 4,495 bilhões de 2012.

Esse resultado do desempenho foi puxado pelo dólar mais valorizado ante o real, o que tornou o produto brasileiro mais competitivo. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o volume não foi recorde, mas se aproxima do nível mais alto obtido em 2007, de 1,286 milhão de toneladas embarcadas.

Fonte: IAGRO

China testa clonagem de porcos em escala industrial

Uma companhia em Shenzhen, no sul da China, está produzindo clones de porcos em uma inédita escala industrial.

A tecnologia usada não é nova, mas a produção em escala industrial transformaram a empresa BGI no maior centro para clonagem de porcos do mundo.

Em um dos abrigos há 90 animais em duas longas filas e eles parecem perfeitamente normais, mas cada um deles carrega embriões clonados. Muitos desses porcos também são clones.

O lugar produz cerca de 500 porcos clonados por ano.

Uma sala perto dos abrigos dos porcos serve como sala de cirurgia e uma porca está anestesiada, com uma máscara de oxigênio no focinho e coberta por plástico azul. Dois técnicos inseriram uma sonda com fibra ótica na porca para localizar seu útero, um terceiro retira de uma geladeira um tubo de ensaio com blastócitos, células embrionárias.

A sala não tem ar condicionado e a limpeza não é perfeita, moscas voam em volta da cabeça da porca. Mas tudo parece estar dentro da rotina e até a presença de uma equipe de televisão estrangeira no local não parece fazer diferença e, apesar da porca parecer confortável, ninguém parece estar preocupado com a reação da equipe da BBC ao presenciar a operação ou com eventuais repercussões de grupos de defesa dos animais.

A companhia diz que dois implantes como este podem ser feitos por dia; a taxa de sucesso fica entre 70 e 80%.

Clones de clones – Em outro abrigo ficam os leitõezinhos que ainda estão mamando, aquecidos por lâmpadas. A maioria deles foi geneticamente modificada. Alguns são clones de clones.

O objetivo do trabalho é usar os porcos para testar novos medicamentos. Geneticamente, porcos são semelhantes aos humanos e podem servir como ‘modelos’.

Modificar os genes dos animais pode auxiliar neste processo.

Um grupo de porcos muito pequenos, por exemplo, teve um gene ligado ao crescimento retirado, eles pararam de crescer ao alcançar um ano de idade. Outros tiveram o DNA alterado para ficarem mais suscetíveis ao Mal de Alzheimer.

De volta ao escritório central da companhia, uma fila de técnicos está inclinada sobre microscópios. Esta é uma inovação da BGI: substituir máquinas caras por pessoas.

O processo nesta sala se chama ‘clonagem artesanal’ e visa a ser mais rápido e fácil.

A cientista encarregada, Yutao Du, explica a técnica.

‘Podemos fazer clonagem em uma escala muito grande. (São) 30 a 50 pessoas juntas fazendo clonagem, então podemos fazer uma fábrica de clones aqui’, afirmou.

A ideia de uma fábrica de clones parece saída da ficção científica, mas em Shenzhen ela é real e foi instalada em uma antiga fábrica de sapatos.

Sequenciamento – A BGI não é apenas o maior centro de clonagem de porcos, também é o maior centro para sequenciamento genético do mundo.

Em outros prédios, há fileiras de sequenciadores de genes, máquinas do tamanho de geladeiras operando 24 horas por dia decifrando códigos de vida.

Para se ter uma ideia, o maior centro de sequenciamento genético da Europa é o Instituto Wellcome Trust Sanger, perto de Cambridge, na Grã-Bretanha, e conta com 30 destas máquinas. A BGI tem 156 e já comprou a empresa americana que fábrica estas máquinas.

O diretor-executivo da BGI, Wang Jun, disse que a companhia precisa da tecnologia para desenvolver formas mais rápidas e baratas de leitura dos genes.

A BGI espera sequenciar o genoma de um milhão de pessoas, um milhão de animais e um milhão de plantas. Em comparação, um projeto lançado recentemente na Grã-Bretanha espera sequenciar o genoma de 10 mil pessoas.

Mas, Wang Jun afirma que toda a ambição da BGI precisa ser relevante para as pessoas comuns, resultar em tratamentos médicos melhores ou comida mais saborosa.

A cantina da BGI já vem sendo usada como local de testes para alguns dos produtos que saem dos laboratórios, como iogurtes, porcos e peixes maiores do que normal.

Quando perguntado sobre como é escolhido o gene a ser sequenciado, Wang Jun dá uma resposta simples.

‘Se o gosto é bom você deve sequenciar. Você tem que saber o que está nos genes daquela espécie’, disse.

O gosto saboroso é um critério. Outro citado por Wang Jun é o uso industrial do sequenciamento: aumentar as lavouras, por exemplo, ou benefícios para saúde.

‘Uma terceira categoria é se (a espécie) é bonitinha, qualquer coisa que seja bonitinha: panda, urso polar, pinguim, você realmente tem que sequenciar. É como digitalizar todas as espécies maravilhosas’, explicou.

O diretor da empresa garante que o objetivo da BGI não é controlar a natureza.

‘Estamos é seguindo a natureza, há muitas pessoas morrendo de fome (…) e temos que encontrar formas de lidar com isso, por exemplo, explorando o potencial do arroz como espécie’, disse ele.

A China está a caminho de se tornar um gigante da ciência: ela tem um carro-robô na Lua, o supercomputador mais rápido do mundo e a BGI permite que se tenha uma ideia do potencial da produção em escala industrial pode trazer ao futuro da biologia.

Fonte: IAGRO

Pesquisa afirma que cafeína pode ajudar cérebro a fixar memórias

Amantes de uma boa xícara de café acabam de ganhar mais um argumento em favor dessa bebida. Isso porque um estudo conduzido por pesquisadores das Universidades Johns Hopkins e da Califórnia, ambas nos Estados Unidos, confere à cafeína a propriedade de consolidar memórias no cérebro.

A descoberta é destaque em edição do periódico científico Nature Neuroscience publicada neste domingo (12).

A atuação da cafeína como fixador de memórias foi identificada por meio de experimentos que envolveram 100 pessoas.

No primeiro experimento, os participantes assistiram à uma exibição de imagens. Logo após a tarefa, metade deles ingeriu uma pílula com 200 miligramas de cafeína, enquanto os outros 50 participantes ingeriram uma pílula inócua, sem nenhuma substância (um placebo).

No dia seguinte à exibição das primeiras imagens, ocorreu mais um experimento: dessa vez, os 100 participantes assistiram a mais uma exibição de imagens. Só que nessa etapa, as imagens vistas no dia anterior apareceram misturadas a novas imagens.

Os participantes, então, tinham de classificar as imagens que viam como “novas”, “velhas” ou “semelhantes às primeiras fotos vistas”.

O desempenho dos 100 voluntários mostrou aos cientistas que aqueles que haviam ingerido a pílula de cafeína tinham mais capacidade de apontar com exatidão quais imagens haviam de fato sido vistas no dia anterior (as “velhas”) e quais apenas se pareciam com as que já tinham sido vistas.

Já os participantes que tomaram o placebo tendiam a apontar de forma errada as imagens, dizendo que as fotos parecidas eram as que haviam sido vistas no primeiro experimento.

A pesquisa afirma que antes de garantir que a cafeína seja capaz de consolidar memórias serão necessários mais testes.

Segundo o texto do estudo, doses inferiores a 200 miligramas de cafeína não surtiram o mesmo efeito. A cafeína também não ajudou a consolidar memórias quando ingerida apenas uma hora após a aplicação do primeiro teste.

Fonte: IAGRO

Adubos terão controle de qualidade mais avançado

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) preparou um novo manual para análise de fertilizantes, que deverá trazer mais exigências para os produtos comercializados no mercado brasileiro. O manual está em consulta pública até o dia 7 de fevereiro de 2014 e servirá como base para a fiscalização de adubos utilizados no País. Ele será usado tanto para análise de insumos fabricados no Brasil quanto para os importados.


A agricultura brasileira é dependente das importações de adubos, já que não tem produção interna suficiente para abastecer o mercado. Dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) mostram que, de janeiro a novembro do ano passado, o País comprou no exterior 20,1 milhões de toneladas de fertilizantes e produziu 8,6 milhões de toneladas. Entre os fornecedores estão países árabes como Tunísia e Marrocos.

De acordo com o responsável pela área de insumos da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial (CGAL) do Ministério da Agricultura, Murilo Carlos Muniz Veras, o manual é uma revisão da edição de 2002 e traz novas metodologias, mais modernas, para a análise dos produtos. Antes de 2002, o manual que vigorava e era usado pelo ministério para a fiscalização era de 1982.

"A legislação se modernizou, (o setor) evoluiu bastante de lá para cá, surgiram novos produtos, como alguns tipos de fosfatos", afirmou Veras para a ANBA. O manual guia a fiscalização e caso o produto esteja fora das especificações, a fábrica sofre penalidades econômicas. De acordo com o responsável pela área de insumos da CGAL, a indústria também aguarda o manual e se baseia nele para seu controle interno de qualidade.

O reflexo da entrada em vigor de um manual mais moderno, afirma Veras, é um fertilizante de maior qualidade para o mercado brasileiro, em função da melhor tecnologia e maior precisão nos métodos das análises. A indústria acaba sendo estimulada também, segundo Veras, a buscar tecnologia mais moderna na fabricação dos adubos, o que beneficia o produtor rural.

Durante o período de consulta pública, o setor pode se manifestar a respeito do manual e sugerir modificações. Normalmente, explica Veras, ocorrem questionamentos pontuais sobre questões técnicas. Essas sugestões são analisadas e incorporadas, caso tenham fundamento. Se não houver contestação, o manual deve entrar em vigor cerca de 30 dias após o prazo de consulta. O objetivo, segundo Veras, é publicá-lo o mais rápido possível.

Como participar

O texto pode ser encontrado no endereço: www.agricultura.gov.br, link Legislação, submenu Portarias, em Consulta Pública. As sugestões à Consulta Pública deverão ser encaminhadas por escrito para o endereço: 
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Secretaria de Defesa Agropecuária
Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial 
Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo A, Sala 436 
CEP 70.043-900 - Brasília/DF 
Para o Fax (61) 3218-2776 ou para murilo.veras@agricultura.gov.br.

Fonte: IAGRO

Lábrea: Empreendimentos do setor madeireiro são vistoriados pelo Ipaam

Técnicos do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (IDAM), acompanharam no período de (6) a (10) de janeiro, a fiscalização do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) realizada em movelarias e pequenas serrarias do município de Lábrea (distante a 702 quilômetros de Manaus).

O objetivo foi vistoriar se as atividades madeireiras realizadas em empreendimentos locais estão em conformidade com as leis ambientais para que os moveleiros possam ser licenciados. Ao todo foram vistoriados vinte empreendimentos.

De acordo com o gerente da Unidade Local, Frank Gadelha, o IDAM vem trabalhando no sentido de incentivar as famílias a legalizar as atividades madeireiras, e por meio da assistência técnica apoia efetivamente a elaboração de Planos de Manejo Florestal Sustentável em Pequena Escala (PMFSPE).

“Durante a fiscalização o Ipaam verificou se os resíduos estavam sendo depositados em locais apropriados”disse o técnico florestal do IDAM, Valdeson Vilaça, ao destacar que os resíduos como os sarrafos de madeira podem ser utilizados para queima em olarias e a serragem pode ser usada em granja e também na produção de compostagem.

Para a equipe do Ipaam, a vistoria foi considerada positiva, uma vez que 95% dos empreendimentos no município apresentaram situação regular e em breve estarão recebendo as Licenças Ambientais.

Dos vinte empreendimentos vistoriados apenas cinco foram notificados e precisam adequar-se às normas ambientais.

Licenciamento Ambiental – Para as famílias rurais que desejam licenciar pequenas serrarias e movelarias o primeiro passo é procurar a Unidade Local do IDAM portando RG, CPF (cópias), contrato social do empreendimento, Certidão Negativa de Débito da Sefaz, comprovante de CNPJ e residência, Alvará de Funcionamento atualizado, solicitação de Homologação de Pátio, Declaração de Resíduos, documento do terreno, Certidão de Viabilidade Ambiental (Semma), Certificado do Ibama, Cadastro Especifico da Atividade (atualizado), Guia de Recolhimento e Requerimento Único. Após o procedimento os documentos serão enviados para o IDAM/Central e encaminhados para o Ipaam, órgão responsável pela liberação da licença.

Fonte: IDAM

IDAM: Investimento para educação em Novo Aripuanã

Uma escola rural está sendo construída na comunidade de São Luiz, localizada dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Madeira, no município de Novo Aripuanã (distante a 227 quilômetros de Manaus), com recursos de aproximadamente R$ 70 mil reais da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (IDAM), Centro Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas (Ceuc) e Prefeitura.

A iniciativa surgiu a partir de reuniões entre os órgãos parceiros que verificaram a necessidade de construir uma escola para 105 alunos da rede municipal do ensino fundamental II, assistidos por quatro professores nos horários matutino e vespertino. A estrutura possuirá três salas de aula, escritório, cozinha, refeitório e banheiro.

Um pedido dos agricultores pais de alunos é que no local também fosse construída uma horta para que sejam desenvolvidos cursos de capacitação com objetivo de  aprimorar a diversidade do plantio pela Unloc/Novo Aripuanã.

Além dos alunos da comunidade de São Luiz, a unidade vai beneficiar outros jovens de oito comunidades próximas. As aulas estão previstas para iniciar no mês de março.

Segundo o gerente do IDAM local Lourivaldo Barros, a escola levará conhecimentos aos produtores rurais que por sua vez facilitará não só no entendimento das recomendações técnicas, mas também despertará a vontade de crescer como cidadão. A meta é melhorar as ações voltadas para o extrativismo (óleo de copaíba, castanha e borracha) local e acrescentar outros tipos de cultura como a do cacau.

O presidente da Comunidade São Luiz Guilherme do Nascimento destacou a importância da parceria entre as entidades. “Estamos felizes com a construção da escola, o que podemos perceber é que com a parceria com as entidades, nossa comunidade começa a crescer”, afirmou Nascimento.

Fonte: IDAM

Idaf realiza treinamento para Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco

Três servidores do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) realizaram treinamento sobre o processo de fotocadastro desenvolvido no Estado para técnicos do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe). O encontro, realizado em dezembro passado, no município de Ouricuri, também contou com a participação de proprietários rurais e posseiros da região. 

Segundo o engenheiro agrônomo do Idaf, Jésus Fernando Miranda Barbosa, o treinamento foi uma demanda do Ministério do Desenvolvimento Agrário. “O Idaf tem se destacado como referência nacional no trabalho de fotocadastro. A metodologia de trabalho empregada, com base em ortofotos, contribui para redução de custos no processo de regularização fundiária, por isso, tem sido incentivada para ser aplicada em outros estados”, explica Jésus Fernando. 

Além do engenheiro agrônomo, também participaram do encontro os geógrafos Vailson Schineider e Luciana Jacob, todos do Departamento de Terras e Cartografia do Idaf. 

Fonte: Idaf

Ministério da Agricultura orienta para embarque e desembarque de produtos agropecuários

Os trabalhos da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) nos aeroportos internacionais, portos, postos de Fronteira e aduanas especiais se intensificam no período de férias devido o aumento do fluxo de viagens internacionais. Para evitar a disseminação de doenças e pragas, a legislação proíbe a entrada e saída no Brasil de produtos vegetais, sem autorização doMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Veja aqui o folheto de orientação ao viajante Mala Legal (arquivo PDF). 

No País, são 106 Unidades do Vigiagro. Destas, 28 estão em portos, 26 em aeroportos, 28 em fronteiras e 24 em aduanas especiais. Todas elas monitoradas por fiscais federais agropecuários, que inspecionam a sanidade dos itens que entram e saem do país.

No período de maior fluxo nos aeroportos, o Ministério da Agricultura aumenta o monitoramento dos vôos internacionais e informa por meio de folhetos, mensagens sonoras nos aeroportos e banners, quais são os itens que possuem restrições ou dependem de certificado sanitário para embarcar.

Os campeões de apreensões por falta de documentação são os lácteos (queijos e doce de leite), embutidos (salame e linguiça), pescados (bacalhau, lula, salmão e camarão), sementes, frutas e plantas. A lista de produtos considerados processados e, portanto, liberados para o trânsito internacional contempla óleos, alcoóis, frutos em calda, chocolate, café torrado e moído, sucos, vegetais em conserva, arroz, farinha e erva-mate industrializada, entre outros. 

Os vinhos podem circular livremente, mas o viajante deve observar o limite estabelecido pela Receita Federal, que permite 12 garrafas de uma mesma marca ou até 18 de fabricantes diferentes.

Os alimentos que são recolhidos, por não possuírem certificação sanitária de origem ou autorização, são considerados inaptos ao consumo humano e destruídos.


Confira aqui a lista dos produtos agropecuários que não podem ingressar no Brasil sem autorização prévia e/ou certificação sanitária (arquivo PDF).

Fonte: IAGRO

Sebrae Mato Grosso disponibiliza manual de piscicultura na web

Já está disponível no site do Sebrae em Mato Grosso o manual Como iniciar piscicultura com espécies regionais. A publicação se transformou em uma revista digital e o acesso ao material é gratuito. O manual foi elaborado por dois técnicos do estado, Francisco Medeiros e Adair José Moraes, ambos membros da Associação de Aquicultores de Mato Grosso (Aquamat).

Os autores tiveram contato com práticas de sucesso empregadas nas propriedades de Mato Grosso e que são referência nacional. Eles fizeram uma seleção levando em consideração as ações que demonstram a melhoria da produção nos quesitos tecnologia, gestão e comércio. O resultado foi copilado na obra.

Valéria Pires, da Unidade de Agronegócio do Sebrae em Mato Grosso, diz que muitas pessoas procuram a instituição atrás da publicação, pioneira no que diz respeito a espécies nativas. Todo trabalho foi financiado pelo Sebrae Nacional.

Desde 2006, o Sebrae em Mato Grosso está presente no setor de piscicultura. Atualmente, o estado é o maior produtor de espécies nativas do país e o terceiro em pescado. São 48 mil toneladas por ano, segundo o Ministério da Pesca. A maior parte da produção é de peixes redondos como o pacu, tambaqui e tambacu e tambatinga.

A publicação está disponível também no link.

Fonte: IAGRO

Soja pode levar Brasil a ter safra recorde de 200 milhões de toneladas em 2013/14

Mesmo com os problemas climáticos do momento, os técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) acreditam que a safra 2013/2014 atinja a marca recorde de 200 milhões de toneladas. No quarto levantamento da safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado ontem (09/01/14) em Brasília (DF), o número para a safra indicava 196,7 milhões de toneladas, também recorde, mas a soja pode melhorar ainda mais esse resultado.

"Há um aumento de produtividade da soja. Assim que terminar a colheita desse grão, haverá um aumento maior do que a estimativa divulgada. Podemos, assim, chegar aos 200 milhões de toneladas. Isso para nós é muito importante. É um número significativo", disse o ministro da Agricultura, Antonio Andrade. Na avaliação de Andrade, a soja é um grande fator para o resultado e está sendo exportada com preços "remuneradores", o que faz aumentar a produtividade, com garantia de mercado exportador.

Para o ministro, o resultado demonstra que agronegócio está crescendo cada vez mais no país, conquistando espaços tanto internos, quanto externos. Segundo ele, a produção de grãos torna hoje o país respeitado pelas ações que tem adotado e que trazem consequências, como o aumento da produtividade.

"Quando anunciamos o Plano Safra, queríamos chegar a 190 milhões de toneladas. Superamos essa expectativa e chegamos a 197 milhões. Agora, estamos trabalhando duramente para chegar a 200 milhões de toneladas".

O quarto levantamento da safra, de 196,7 milhões de toneladas, representa aumento de 5,2% em relação à safra passada, com registro de 186,9 milhões de toneladas. No caso da soja, houve crescimento de 10,8% e produção estimada de 90,3 milhões de toneladas para a safra atual.

O arroz teve alta de 5,1%, chegando a 12,4 milhões de toneladas, seguido pelo feijão (primeira safra), com elevação de 35,6%, e passando de 964,6 mil toneladas para 1,3 milhão de toneladas. O produto está em fase de colheita no Paraná. O milho (primeira safra), segunda maior cultura produzida no país, teve queda de 5,9%.

A área total destinada ao plantio, informou a Conab, pode chegar a 55,39 milhões de hectares, com alta de 4% em relação à área plantada na safra anterior. O destaque também é a soja, com aumento na área plantada de 6,6%, passando de 27,7 milhões para 29,6 milhões de hectares. "Esperamos chegar a 95 milhões de toneladas na produção de soja, colando o Brasil como o maior produtor e exportador do mundo", disse o ministro.

Um possível desabastecimento de milho, que registrou queda na estimativa de safra, foi descartado pelo ministro Antonio Andrade. Ele tranquilizou os produtores de frangos e suínos e disse que haverá abastecimento destinado à ração animal. O problema, informou, tem sido maior devido ao preço do produto.

"A prioridade do Brasil é exportar carne. Não é exportar grãos. Exportamos grãos porque ainda não aumentamos significativamente a exportação de carne", destacou. Ele lembrou que os números de exportação de carne [aves, suína e bovina] já foram maiores em 2013 do que no ano anterior, sem o governo descuidar do mercado interno.

Brasil se prepara para queda de safra de trigo nos países do Mercosul

O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, garantiu ontem (09/01/14) que o Brasil tem se preparado para enfrentar a queda de safra do trigo nos países produtores do Mercosul. O ministro também comentou a demora na autorização para o embarque do cereal, por parte do governo da Argentina.

"Nós sabemos que a produção argentina de trigo em 2013 foi menor do que a do ano anterior e já autorizamos a importação do produto de outros mercados fora do Mercosul. Sabemos da queda de produção de trigo da Argentina e do Paraguai e, por isso, autorizamos [a importação de] 3,3 milhões de toneladas que não sejam dessa região", informou o ministro.

Tradicional parceiro do Brasil, os exportadores da Argentina aguardam autorização do governo local, que regula fortemente o setor, para embarcar 1,6 milhão de toneladas do cereal. O governo do país vizinho tem limitado as exportações de produtos como trigo e milho, alegando garantir o abastecimento do país e evitar pressões inflacionárias. A medida, no entanto, tende a desestimular a plantação desses grãos.

Fonte: IAGRO

Informe Agropecuário traz informações sobre a conservação de alimentos para bovinos

A estacionalidade das pastagens, com maior oferta no período das águas e menor no período das secas, leva o Brasil a níveis baixos de produtividade, tanto na bovinocultura de corte quanto na de leite. Para manter altas produções, é necessário que o produtor armazene alimento de qualidade e em quantidade para fornecer aos animais. A revista Informe Agropecuáriotraz em sua nova edição o tema "Conservação de alimentos para bovinos", com principais tecnologias e informações sobre assunto.

Dentre as tecnologias apresentadas, destacam-se a silagem de milho e sorgo, bem como de cana-de-açúcar e capim-elefante. A produção de feno, ainda que pouco utilizada no Brasil, apresenta vantagens pela conservação por longos períodos e economia de utilização de concentrados. Uma inovação dentre essas tecnologias é a silagem de milho reidratado.

Diante da importância dos produtos leite e carne para a economia nacional e considerando que grande parte do custo de produção é representada pela alimentação dos animais, percebe-se a importância da conservação de alimentos de qualidade e seu uso adequado pelos produtores.

Esta edição da revista Informe Agropecuário teve a coordenação dos pesquisadores da Epamig Sul de Minas Renata Apocalypse Nogueira Pereira, Clenderson Corradi de Mattos Gonçalves e Adauto Ferrreira Barcelos.

Mais informações e aquisição:
Epamig
Divisão de Gestão e Comercialização
Telefax: (31) 3489-5002 
E-mail: publicacao@epamig.br www.informeagropecuario.com.br
Páginas: 96
Preço: R$ 15,00

Fonte: IAGRO

Diagro: Fábrica de gelo do Laranjal do Jarí é revitalizada para melhor atender pescadores

O Governo do Amapá investe na ampliação e revitalização da fábrica de gelo do município de Laranjal do Jarí, que será inaugurada no próximo dia 25 de março. O prédio foi construído na gestão passada, mas ficou abandonado.

A nova estrutura vai beneficiar os pescadores artesanais do município, representados pela Colônia de Pescadores Z-10. A fábrica vai proporcionar a operacionalização de 14 toneladas de gelo ao dia, que será comercializado 20% mais barato.

Além da estrutura predial, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), firmou um convênio com a Colônia de Pescadores para adquirir maquinários e construir banheiro, escritório, trapiche e caixa d'água.

A Colônia de Pescadores Z-10 faz parte de um sistema federativo, composto por 16 colônias de pescadores, que compõem a Federação dos Pescadores do Estado do Amapá (Fepap). A colônia possui no quadro social 538 pescadores cadastrados, produzindo uma média mensal de 20 toneladas de pescado.

Desse total, 70% é comercializada no próprio município de Laranjal do Jarí. O restante é repassado a atravessadores de outras localidades.

O gerente do Núcleo de Pesca, da Agência de Pesca e Aquicultura do Amapá, Rudivaldo Paes do Carmo, explica que o município não possui infraestrutura adequada (embarque, desembarque, comercialização, armazenamento em frigoríficos, postos de venda, transporte, etc.) e o abastecimento de insumos como óleo diesel e gelo são precários. O gelo utilizado para conservação do pescado é oriundo de freezers horizontais residenciais, o que compromete o abastecimento das embarcações pesqueiras e, consequentemente, a qualidade do peixe capturado.

"Diante de todo este quadro, e objetivando o fortalecimento da cadeia produtiva da pesca, torna-se de fundamental importância o investimento em infraestrutura que forneça os insumos necessários à viabilização da atividade pesqueira na localidade", observou Rudivaldo.

Ele explica que um dos principais insumos utilizado pelos pescadores é o gelo, fundamental na conservação do pescado e responsável por manter a durabilidade e qualidade do produto até a comercialização. No entanto, a oferta desse gelo, no município, é incipiente, pois não há uma fábrica de gelo em escamas, que é o tipo mais indicado para o armazenamento do pescado. "Os pescadores do município utilizam gelo em barra, que dificulta o armazenamento e interfere de maneira negativa na qualidade do pescado", concluiu.

Fonte: Diagro

Diagro: Pescadores de Calçoene receberão fábrica de gelo reformada ainda este mês

O Governo do Amapá vai entregar no próximo dia 26, a nova fábrica de gelo aos pescadores do município de Calçoene. O espaço foi todo reformado e está pronto para atender as necessidades da Colônia de Pescadores do município.

Como em outros municípios amapaenses, Calçoene também não possui infraestrutura adequada para atender a atividade pesqueira. Tendo em vista essas dificuldades, o Governo do Estado vêm trabalhando o fortalecimento da cadeia produtiva da pesca, com investimentos na infraestrutura do setor.

Os pescadores artesanais de Calçoene são representados pela da Colônia de Pescadores Z-09, que também compõe à Federação dos Pescadores do Estado do Amapá (Fepap).

A Calçopesca possui no quadro social 368 pescadores e pescadoras cadastradas. A colônia produz 150 toneladas de pescado, em média, por mês. 70% desse pescado fica para comercialização no próprio município de Calçoene e o restante é repassado a atravessadores.

O gerente do Núcleo de Indústria e Pesca, da Agência de Pesca e Aquicultura do Amapá, Rudivaldo Paes do Carmo, disse que, além de reformar a fábrica de gelo de Calçoene, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Pescap, firmou convênio com a Colônia de Pescadores no valor de 190 mil reais, para a reforma e revitalização da fábrica de gelo, construção de um trapiche e a reativação do soprador, que faz o gelo escoar da fábrica até à margem do rio, ou seja, dentro da embarcação.

"É importante ressaltar que todas as benfeitorias realizadas em Calçoene é um compromisso do governador Camilo Capiberibe, assumido durante o PPA realizado no município, onde os moradores solicitaram a revitalização da fábrica de gelo, que é de suma importância para a economia local", finalizou Rudivaldo.

Fonte: Diagro

Base técnica leva Estado a descartar emergência fitossanitária por causa de lagarta da soja

Sem dificuldade de controle, baixos níveis populacionais e com aval de instituições de pesquisa, ensino, extensão rural, entidades de produtores e órgãos oficiais de defesa agropecuária, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) não encontrou razões para decretar situação de emergência fitossanitária depois do aparecimento da lagarta Helicoverpa armigera nas lavouras de soja. A posição também é compartilhada pela Superintendência do Ministério da Agricultura no RS. 

Se o cenário mudar no decorrer do desenvolvimento da cultura e exigir outro posicionamento, a Seapa tomará nova decisão técnica, sempre na busca de resguardar o produtor rural e garantir a produção, a renda, a saúde e o equilíbrio ambiental. 

Desde a primeira vez que a lagarta foi confirmada no Estado, fiscais da Seapa, junto ao Ministério da Agricultura (Mapa), Embrapa, Emater e outras instituições, trabalham no monitoramento, dispersão, gravidade de ataques e níveis de danos da praga. 

Por meio de armadilhas de feromônio espalhadas por diversas regiões, as equipes estão em alerta. Em contato com instituições e profissionais da área, fazem inspeções semanais. A utilização, quando necessária, de produtos registrados no Mapa tem apresentado nível satisfatório no combate à lagarta, favorecendo a manutenção de inimigos naturais.

Ao contrário de outros Estados que decretaram situação de emergência, o RS tem condições climáticas e de cultivo diferenciados, o que pode levar a um comportamento distinto da praga em relação a essas regiões. Nesses locais, há maior pânico por parte dos produtores. Preocupados, muitas vezes chegam a usar agrotóxicos indiscriminadamente, sem observar danos econômicos mostrados por pesquisas.

Fonte: Estado RS