rebecacaroline

Rebeca Caroline Administrator

Concurso da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia 2013 – BA – 135 vagas abertas

Com 135 vagas de até R$ 1.487,70 a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia, esta selecionando profissionais para seu quadro funcional.

Nível de escolaridade: Médio e Superior

Salários oferecidos: Os ganhos salariais do certame chegam a R$ 1.487,70

Cargos disponíveis: Auxiliar de Fiscalização, Técnico de Nível Superior e Engenheiro Agrônomo

Como se inscrever: Exclusivamente pelo site www.selecaoreda.adab.ba.gov.br no período de 09 à 13 de janeiro de 2013

Sobre as provas: 14 até 16 de janeiro de 2013

Maiores informações: www.selecaoreda.adab.ba.gov.br

Fonte: http://novosconcursos.com.br/

Seagri-BA debate alternativas para amenizar efeitos da seca

A estiagem prolongada na Bahia está atingindo a lavoura do sisal, umas das plantas símbolo de resistência e adaptação à seca. Em 2011, a produção totalizou 79.470 toneladas, número que caiu para 48.690 toneladas, no ano passado, representando perda de 61%. O problema decorrente da contínua ausência de chuva foi discutido em reunião da Câmara Setorial Estadual de Fibras Naturais, presidida pelo secretário da Agricultura (Seagri), Eduardo Salles, com representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Buscando alternativas para o escoamento do que ainda está sendo produzido, a Câmara Setorial discutiu e encaminhou ao governo federal solicitação de portaria interministerial, autorizando a comercialização do sisal baiano, por meio dos instrumentos da Política de Garantia de Preços Mínimos.

A superintendente da Conab na Bahia e Sergipe, Rose Pondé, afirmou que defenderá a proposta e encaminhará a solicitação à presidência do órgão, em Brasília. De acordo com Wilson Andrade, secretário-executivo da Câmara Setorial de Fibras Naturais, a região sisaleira está sendo duramente atingida.

Fonte: http://www.seagri.ba.gov.br

CeasaMinas e Seapa garantem caixas plásticas a produtores

A CeasaMinas e a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) assinam neste dia 10/1 (quinta-feira), a partir das 19 horas, no entreposto de Contagem, convênios com associações rurais e uma cooperativa de agricultores para garantir a utilização total de 73 mil caixas plásticas higienizáveis. A novidade visa facilitar a adesão de pequenos produtores ao processo de modernização das embalagens para frutas e hortaliças na CeasaMinas, em atendimento às normas de qualidade.


As assinaturas serão realizadas durante a cerimônia de posse da nova diretoria da Associação dos Produtores de Hortigranjeiros das Ceasas de Minas Gerais (Apchemg), no MLP de Contagem.


Um dos convênios será firmado com seis associações rurais ligadas ao projeto Barracão do Produtor para a doação de 23 mil caixas plásticas higienizáveis. Os recursos da ordem de R$ 250 mil para compra das caixas provêm de um fundo de reserva referente ao saldo financeiro excedente dos Mercados Livres do Produtor (MLP) administrados pela CeasaMinas, sob delegação da Seapa.


As caixas plásticas foram distribuídas às unidades do projeto Barracão do Produtor em Nova União, Jaboticatubas/Baldim, Jaboticatubas (comunidade rural de Bamburral), São José da Varginha, e Onça do Pitangui (comunidades de Caldas e Jaguara).


Coophemg


Além do convênio com as associações dos Barracões do Produtor, a CeasaMinas e Seapa também vão assinar um termo de cooperação técnica com a Cooperativa dos Produtores de Hortifrutigranjeiros de Minas Gerais (Coophemg), para garantir a cessão de 50 mil caixas plásticas higienizáveis. As caixas também foram adquiridas a partir de recursos originados do fundo de reserva da gestão dos MLPs.


Com o melhor acesso às embalagens plásticas, os agricultores poderão acondicionar melhor os produtos, reduzir perdas e o risco de propagação de doenças vegetais para as lavouras. Isso porque as embalagens plásticas podem ser higienizadas a cada uso, diferentemente das caixas de madeira e de papelão.


De acordo com a Instrução Normativa 009/2002, as embalagens para acondicionamento, manuseio e comercialização dos produtos hortícolas podem ser descartáveis ou reutilizáveis (retornáveis). As retornáveis, a exemplo das caixas plásticas, devem ser higienizadas. Já as caixas de madeira e de papelão, por não serem higienizáveis, devem ser descartadas após primeiro uso.

Barracão de Brumadinho

A CeasaMinas ainda vai assinar a ordem de serviço para elaboração do projeto executivo de construção do Barracão do Produtor de Brumadinho, em parceria com a prefeitura do município, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O município foi responsável por ofertar no ano passado cerca de 11,5 milhões de quilos de produtos no atacado do entreposto de Contagem.

Pousada do Produtor

Outra melhoria para os agricultores será a reforma física e aquisição de equipamento para a Pousada do Produtor do entreposto de Contagem, cujo termo de autorização será assinado pela Diretoria da CeasaMinas. A central de abastecimento vai aplicar cerca de R$ 145 mil nas intervenções, visando melhorar o conforto dos usuários que repousam no espaço antes da abertura, a partir das 5h30, do comércio aos compradores.


Mais informações:

Departamento de Comunicação CeasaMinas: (31) 3399-2037/3035

Assessoria de Comunicação Social da Seapa/MG: (31) 3915-8545

ou 3915-8552 

Fonte: http://www.ceasaminas.com.br/

IAGRO: Autor do livro Sinal verde para a carne vermelha publica artigo sobre cozimento da carne

A edição de dezembro da revista da ABCZ - Associação Brasileira dos Criadores de Zebu - traz um novo artigo do médico Cardiologista e autor do livro "Sinal verde para a carne vermelha", Wilson Rondó Jr.


No texto intitulado "Deixe seu alimento mais saudável", ele aborda a importância do cozimento de alimentos. Veja o texto:

O cozimento de alimentos aumenta o nível de compostos químicos chamados Aminas Heterocíclicas (AH), que podem causar o aparecimento de tumores cancerígenos.

Fritar e grelhar a carne é particularmente perigoso, porque o aquecimento intenso transforma açúcares e aminoácidos nesses compostos.

Entretanto, os cientistas têm mostrado que há um crescente aumento de evidências que mostram que essas aminas heterocíclicas em carne cozida podem ser reduzidas através de um tratamento prévio dessa carne.

Bife marinado em cerveja ou vinho antes de cozinhar reduz dramaticamente o nível desses químicos causadores de câncer. Para isso a cerveja é a mais efetiva que o vinho na redução de químicos cancerígenos.

Deixando a carne marinar em vinho tinto ou cerveja por 6 horas antes do processo de fritura pode reduzir o nível de dois tipos de AH em 90%. A cerveja foi eficiente também na redução de um terceiro tipo de AH, cortando níveis significativos em somente 4 horas. Pesquisas preliminares têm demonstrado também que o marinado de vinho tinto tem efeito similar em AH de frango frito.

Um molho feito com óleo de oliva, sumo de limão e alho pode ajudar a diminuir os níveis de AH no frango grelhado em mais de 90%.

Cozinhar carne em baixa temperatura e por pouco período de tempo também previne a formação de AH.

Estes são benefícios bem documentados de que certo tipo de álcool, como vinho tinto, por exemplo, possuem poderosos polifenóis - como o resveratrol - que são antioxidantes, prolongam a vida, previnem a Doença de Alzheimer e inibem a proliferação do câncer. Além do que, o álcool parece aumentar significativamente a absorção no seu corpo.
O risco para a saúde da carne cozida

Em um passado recente existia um consenso geral em relação ao cozimento da carne para se evitar qualquer problema de saúde, pois convivíamos com animais não saudáveis. Porém, atualmente a carne tem uma origem mais saudável e controlada, onde os riscos de se consumir uma carne não tão cozida diminuíram significativamente.

Aliás, hoje entendemos que para se consumir uma carne segura e saudável ela deve ser levemente cozida. E isso se deve por duas razões:

1) Carnes de animais criados ao sol, são ricos em biofótons, que contém bioinformações que controlam processos vitais complexos do seu corpo. Os biofótons têm o poder de elevar o seu corpo físico para altas oscilações, o que gera uma sensação de vitalidade e bem-estar. O cozimento por sua vez destrói esses importantes biofótons.

2) Sempre que cozinhamos em altas temperaturas, independente de ser grelhado ou frito, são criados químicos tóxicos, como:

a) aminas heterocíclicas: formam-se quando o alimento é cozido em alta temperatura, e estão ligadas ao aparecimento do câncer. Em termos de AH, a parte mais escura do cozimento deve ser evitado;

b) hidrocarbonos aromáticos policíclicos: formam-se quando gotas de gorduras pingam na fonte de aquecimento causando um excesso de fumaça que envolve o alimento podendo transferir essas substâncias nocivas para a carne.

c) produtos finais de glicação: quando o alimento é preparado em altas temperaturas há um aumento da formação desses produtos. Quando consome esse alimento, você transfere esses produtos para o seu corpo causando estresse oxidativo, inflamação, e aumento do risco de doença cardíaca e doença renal.
Os estudos que mostram que carne vermelha não é saudável apontam para o fato de que a maioria das pessoas consome essa proteína animal COZIDA, ou pior ainda, grelhada, criando todos os tipos de substâncias mencionadas acima.

Aliás:

1) Em um estudo pesquisadores observaram que quem come carne bem passada tem três vezes mais chances de desenvolver câncer de estômago se comparado com quem consome carne mal passada.
2) Outro estudo mostra que há aumento de risco de câncer de mama, câncer coloretal e pancreático nos indivíduos que consomem carne bem passada e frita.
3) Outra análise mostra que consumo de carne excessivamente passada em altas temperaturas causa câncer de próstata em ratos!


Quer consumir carne tranquilamente? Então veja os conselhos que preparei para você!
- A carne é parte importante, e muito saudável, para a maioria das pessoas, desde que seja proveniente de animais criados no pasto e que não contenham preservativos ou nitritos.
- Consuma carne mal passada ou limite a quantidade de alimentos grelhados;
- Lembre-se de usar um marinado com suco de limão ou vinagre, ou então, prepare a carne com cerveja ou vinho tinto.
- E lembre-se sempre de acompanhar essa carne com uma taça de vinho de boa qualidade. Estudos recentes mostram que quem consome até duas taças de vinho ao dia tem uma redução de pelo menos 70% do risco cardiovascular em comparação a quem não toma.
Seguindo essas dicas sua alimentação ficará ainda mais saborosa e com certeza muito mais saudável!
Super Saúde!!!

Referências bibliográficas:
- Journal of Agricultural and Food Chemistry. 2008, 56(22), pp 10625-10632
- New Scientist. Dec 30, 2008
- Sinal Verde para a Carne Vermelha. Wilson Rondó Jr. 2011
Informações Revista ABCZ/ Dr. Wilson Rondó Jr. 

Fonte: http://www.iagro.ms.gov.br/

EMDAGRO : Emdagro e Embrapa fazem avaliação de ações desenvolvidas no Baixo São Francisco

Empresa de Desenvolvimento Agropecuário do Estado de Sergipe (Emdagro) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa (Embrapa) promoveram, na última terça-feira (08), em Pacatuba, uma reunião de avaliação das atividades desenvolvidas na unidade de produção de sementes de mandioca, gliricídia e palma forrageira no ano de 2012 junto. O trabalho foi realizado junto a agricultores familiares da comunidade do Rancho, naquele município, onde a equipe técnica do escritório local da Emdagro presta serviço de assistência técnica e extensão rural.

Nas avaliações, as ações planejadas e executadas em 2012 dividiram-se três eixos: o tecnológico, o treinamento e aprendizado e o da organização. No eixo tecnológico foram observados as principais ferramentas implantadas no desenvolvimento das culturas da gliricídia, mandioca, palma forrageira, dente outras, no sentido de validar as técnicas e/ou redirecioná–las para esse ano. O eixo sobre treinamento e aprendizado foi avaliada a metodologia desenvolvida nos trabalhos, a exemplo de cursos, dia de campo, palestra, reuniões técnicas, intercambio e demonstrações de resultado.

Já o eixo sobre organização, rede de aprendizagem e parcerias foi avaliado o estado em que se encontra o grupo de interesse dos agricultores familiares junto a sua forma de organização diante das possibilidades de acesso das políticas disponíveis. Nesse aspecto, foi levantada a percepção atual do grupo na compreensão das informações tecnológicas repassadas através dos diversos trabalhos realizados a frente da unidade de produção de sementes de mandioca, palma e de gliricídia. Ainda nesse eixo, foi enfatizado o resultado alcançado com o envolvimento da participação das instituições na parceria, formada em 2011, quando se deu o inicio dos trabalhos da Chamada Publica do MDA para o Baixo São Francisco.

Para o agricultor familiar Manoel da Paixão Santos, as tecnologias repassadas na unidade de produção de sementes de mandioca foram de imensa valia. “Todo conhecimento teve um bom aprendizado, porque foi disponibilizado 5 cultivares de mandioca e demonstrado todo o sistema de condução da cultura (desde o preparo do solo, espaçamento, coveamento, adubação de fundação, plantio e adubação de cobertura), possibilitando que nós agricultores fizéssemos um comparativo entre o sistema de condução tradicional e o previsto nesta unidade”.

O agricultor destacou ainda o aprendizado sobre a construção de pequenas barragens. “Recebemos, durante este período, mais uma importante tecnologia que foi o treinamento sobre a construção de pequenas barragens onde cada membro do grupo vai poder fazer a construção em sua própria propriedade”, frisou Manoel.

Na reunião estiveram participando o Gestor Regional de Propriá, Paulo Roberto, Assessores Estaduais, técnicos do escritório local Emdagro em Neópolis, da equipe de pesquisadores da Embrapa, da Assessoria do Território do Baixo São Francisco e dos agricultores que fazem parte do grupo de Interesse da comunidade do Rancho, em Pacatuba. 

Fonte: http://www.emdagro.se.gov.br/

Diagro vai exigir receituário agronômico na compra de agrotóxicos no Amapá


Para colocar um fim no uso indiscriminado de agrotóxicos no Estado do Amapá, a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá (Diagro), seguindo recomendações do Ministério Público Estadual, deverá assinar, ainda no primeiro trimestre deste ano, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com as empresas do ramo de comércio em agropecuária de Macapá e Santana.

A Diagro admite que, apesar de a legislação exigir receituário agronômico para a venda, os produtos são normalmente comprados sem qualquer indicação de um profissional qualificado (engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal) e, geralmente, são os vendedores que indicam e ensinam aos agricultores como usá-los.

Com a assinatura do TAC, um instrumento legítimo onde as partes integrantes se comprometem em assumir posturas e comportamentos a fim de se obter os resultados desejados com a ação, a Diagro vai poder fiscalizar e exigir do produtor o receituário agronômico - documento obrigatório por lei federal nº 7.802, de 11/07/1989, tendo um controle do uso racional de agrotóxicos no Amapá.

Segundo o coordenador do Programa de Agrotóxico da Diagro, engenheiro agrônomo Ivenio Roque Hartmann, a falta de conscientização tanto no uso como na comercialização de agrotóxicos, feita sem receituário, podem causar problemas de saúde humana, ambientais, contaminação de solos, águas superficiais e subterrâneas e interferem de forma nociva sobre a fauna e a flora.

Agrotóxicos

São produtos utilizados na agricultura para controlar insetos, doenças ou plantas daninhas que causam danos às plantações. Os agrotóxicos também podem ser chamados de defensivos agrícolas ou agroquímicos, sem alterar o seu significado.

Fonte: http://www.agenciaamapa.com.br/

CIDASC: No Dia Nacional de Controle da Poluição por Agrotóxicos, conheça exemplo de produção em Joinville

Cultivo de hortaliças de Eliezer Boos é feito sem qualquer produto químico.
Foto: Carlos Junior/ND

Fundação Municipal 25 de Julho e CIDASC incentivam o cultivo orgânico com cursos e controle de vendas de químicos, respectivamente.

O uso intensivo de agrotóxicos, incentivado pelo governo a partir de 1975 por meio do Plano Nacional de Desenvolvimento, que incluía uma cota para os produtos defensivos nos financiamentos de crédito rural, aos poucos vai sendo revertido com a produção orgânica, novas técnicas de cultivo e maior preocupação com o meio ambiente e a saúde. Exemplos como o do produtor Eliezer Boos, 49, que há dez anos abandonou o uso de agrotóxicos no cultivo de hortaliças, demonstram uma nova conscientização, ao menos entre os pequenos produtores.
A mudança na propriedade de 24 mil m2 na zona rural do bairro Cubatão surgiu depois de participação em cursos técnicos na Fundação 25 de Julho. Os equipamentos para aplicação de agrotóxicos deram lugar à enxada e ao carrinho de mão, usado para carregar os adubos orgânicos. “Sempre fui contra o uso de veneno. A partir dos cursos, vi que era possível o cultivo sem químicos”, disse, informando que o que faltava era incentivo. “Parei antes de qualquer problema grave de saúde.”
Nos campos de Eliezer, a alface é o principal produto. Na última temporada, foram cerca de 160 mil unidades colhidas. Rúcula, almeirão, couve, repolho e quiabo completam a lista. Comparando o cultivo à base de defensivos e a produção orgânica, Eliezer diz que consegue colher praticamente a mesma quantidade. A diferença é a qualidade. “A planta fica mais tenra e sensível. O pessoal valoriza a qualidade porque a diferença é grande. Um alface cultivado com produto químico é duro e, por isso, dura uma semana”, disse.

Os custos finais também não sofrem alteração significativa, pois há necessidade de maior trabalho braçal. “Abaixa o custo, mas aumenta a mão de obra”, explica. A maior parte da produção é vendida para comerciantes do Jardim Paraíso. Ele ainda fornece para a merenda escolar das escolas municipais e para um programa social apoiado pelo governo do Estado. Embora seja um diferencial para pequenos produtores, Eliezer avalia que o uso de agrotóxicos em grandes cultivos, como de arroz e de milho, ainda deve persistir. “Dispensar o uso de químicos numa plantação maior se torna mais complicado.”

Fonte: http://www.cidasc.sc.gov.br/

ADAPI: Campanha contra Aftosa é oficialmente lançada

Lançamento oficial da Campanha de vacinação contra a febre aftosa, Etapa II de 2012, é realizado em fazenda produtora e beneficiadora de polpas de fruta

O Lançamento da II Etapa de vacinação contra a FEBRE AFTOSA 2012 aconteceu, 11 de janeiro, com solenidade de abertura oficial na Fazenda Rio Grande, localizada no Km 20 da Rodovia BR- 343, que liga Teresina a Altos, de propriedade do Senhor José Lima de Oliveira.
A Segunda Etapa da Campanha de vacinação contra a febre aftosa estava prevista para o mês de novembro de 2012, mas foi adiada, excepcionalmente, para o mês de janeiro de 2013, em virtude da severa estiagem do ano anterior, que atingiu e castigou o gado piauiense deixando-o sem condições de receber a vacina.
O adiamento da II Etapa da Campanha contra a Aftosa de 2012 foi solicitado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento- MAPA - por diversas Agências de Defesa Agropecuária do Nordeste, que também sofreram com o problema da seca, que autorizou o adiamento para o início de 2013.
O evento foi coordenado pela ADAPI (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí) e contou com a presença do Governador do Estado Wilson Nunes Martins, com o Secretário de Desenvolvimento Rural Rubem Martins, representantes do setor agropecuário piauiense nas esferas públicas e privada, e ainda com técnicos e fiscais da ADAPI. A vacinação de todos os bovinos da propriedade Rio Grande, que se destaca na produção e beneficiamento de polpas de frutas, foi realizada durante a estadia do governador no local.
A meta desta Campanha é imunizar 100% do rebanho bovino piauiense, superando o último índice vacinal (96,60%) da I etapa de 2012, que ocorreu em Junho do referido ano (também fora do período padrão), por conta da realização do Inquérito Soroepidemiológico no Estado.
O Piauí está pleiteando a conquista de Área Livre de Febre Aftosa com Vacinação, e aguarda resultado positivo do Inquérito Sorológico. O Governo do Estado, através da ADAPI, espera entrar na Área Livre com vacinação com reconhecimento nacional ainda este ano, e internacional previsto para o ano de 2015.
A vacinação conta Febre Aftosa no Piauí iniciou-se no dia 02/01 e se estenderá até o dia 31/01. A certificação deve ser feita até o dia 15/02 nas Unidades de Atendimento da ADAPI. 

Fonte: http://www.adapi.pi.gov.br/

FAPESB APROVA PROJETO DE PESQUISA DA ADAB

Avaliação da Situação do Cultivo de Ostras por Produtores Familiares no Estado da Bahia. Este é o primeiro projeto da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). Entre Fevereiro de 2013 e Agosto de 2014 as duas instituições vão trabalhar juntas para elaborar o diagnóstico da situação da produção de ostras na Bahia, com ênfase na produção da agricultura familiar e identificar agentes etiológicos envolvidos nas principais enfermidades de ostras, além de possíveis contaminantes e microrganismos na água.

A Bahia possui o maior litoral do país, com 1.183 km de extensão e excelentes condições climáticas, bem como um rico recurso hídrico continental para o desenvolvimento da aquicultura. “Por isso são necessárias ações que identifiquem a real situação da ostreicultura no Estado e o perfil socioeconômico dos pequenos produtores para a aplicação de medidas sanitárias e educativas, buscando o aumento da produção, a oferta de produtos de qualidade para o consumidor, a geração de emprego e renda e, principalmente, a melhoria da qualidade de vida da comunidade de ostreicultores”, diz o Secretário da Agricultura, Eduardo Salles.

Esta é a primeira vez que uma instituição de fomento à pesquisa aprova um projeto da Adab. “Trata-se de uma conquista importante uma vez que os trabalhos vão subsidiar o Governo do Estado e o órgão de defesa na elaboração de uma política sustentável de expansão da atividade e nas ações de vigilância, garantindo um produto de qualidade e fortalecendo a ostreicultura familiar baiana”, avalia o Diretor Geral da Adab, Paulo Emílio Torres, acrescentando que outro benefício do projeto de pesquisa é a oferta de um alimento saudável na mesa do consumidor.

A pesquisa será realizada em 15 polos de cultivo de ostras localizados nas comunidades de Matarandiba, Ponta Grossa, Ilha da Banca, Taperoá, Graciosa, Galeão, Batateira, Porto do Campo, Ilha Grande, Tanque, Santiago do Iguape e no município de Canavieiras, no Estado da Bahia. “Essa pesquisa abrirá precedentes para encaminhamento de outros projetos na área de defesa agropecuária”, sugere o Responsável Técnico pelo Laboratório de Defesa Sanitária Animal (Ladesa), Jorge Ribas. São também parceiros da Adab neste projeto a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), o Instituto Federal Baiano (IF Baiano), a Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), a Bahia Pesca e o Programa MARSOL do Laboratório de Ecologia Costeira e Maricultura (ECOMAR) do Instituto de Biologia (UFBA).

“O presente estudo servirá de base para a identificação dos principais agentes causadores de bacterioses, viroses, protozooses e helmintoses, os quais interferem negativamente no processo de cultivo de ostras, possibilitando ainda a avaliação da situação atual do cultivo de ostras por produtores familiares no Estado”, explica a Coordenadora do Projeto de Sanidade dos Animais Aquáticos da Adab, Isa Trindade. Para as análises laboratoriais serão empregadas as seguintes técnicas: citologia (esfregaço sanguíneo), PCR, análise físico-química, isolamento e identificação de microrganismos, além de avaliações de qualidade da água e a presença de resíduos de agrotóxicos. Serão realizadas também atividades de educação sanitária e diagnóstico situacional do cultivo de ostras em todos os polos de cultivo.

Fonte: http://www.adab.ba.gov.br/

CEASA MINAS E SEAPA GARANTEM MAIS DE 70 MIL CAIXAS PLÁSTICAS A PRODUTORES

(BELO HORIZONTE – 10/01/2013) – A CeasaMinas e a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) assinaram nesta ontem (10/01), a partir das 19 horas, no entreposto de Contagem, convênios com associações rurais e uma cooperativa de agricultores para garantir a utilização total de 73 mil caixas plásticas higienizáveis.

A novidade visa facilitar a adesão de pequenos produtores ao processo de modernização das embalagens para frutas e hortaliças na CeasaMinas, em atendimento às normas de qualidade. As assinaturas serão realizadas durante a cerimônia de posse da nova diretoria da Associação dos Produtores de Hortigranjeiros das Ceasas de Minas Gerais (Apchemg), no MLP de Contagem.

Um dos convênios será firmado com seis associações rurais ligadas ao projeto Barracão do Produtor para a doação de 23 mil caixas plásticas higienizáveis. Os recursos da ordem de R$ 250 mil para compra das caixas provêm de um fundo de reserva referente ao saldo financeiro excedente dos Mercados Livres do Produtor (MLP) administrados pela CeasaMinas, sob delegação da Seapa.

As caixas plásticas foram distribuídas às unidades do projeto Barracão do Produtor em Nova União, Jaboticatubas/Baldim, Jaboticatubas (comunidade rural de Bamburral), São José da Varginha, e Onça do Pitangui (comunidades de Caldas e Jaguara).

Coophemg

Além do convênio com as associações dos Barracões do Produtor, a CeasaMinas e Seapa também vão assinar um termo de cooperação técnica com a Cooperativa dos Produtores de Hortifrutigranjeiros de Minas Gerais (Coophemg), para garantir a cessão de 50 mil caixas plásticas higienizáveis. As caixas também foram adquiridas a partir de recursos originados do fundo de reserva da gestão dos MLPs.

Com o melhor acesso às embalagens plásticas, os agricultores poderão acondicionar melhor os produtos, reduzir perdas e o risco de propagação de doenças vegetais para as lavouras. Isso porque as embalagens plásticas podem ser higienizadas a cada uso, diferentemente das caixas de madeira e de papelão.

De acordo com a Instrução Normativa 009/2002, as embalagens para acondicionamento, manuseio e comercialização dos produtos hortícolas podem ser descartáveis ou reutilizáveis (retornáveis). As retornáveis, a exemplo das caixas plásticas, devem ser higienizadas. Já as caixas de madeira e de papelão, por não serem higienizáveis, devem ser descartadas após primeiro uso.

Em 2011, a CeasaMinas intensificou o controle sobre a entrada de embalagens no entreposto de Contagem, sobretudo após a inauguração do Banco de Caixas, que é responsável por alugar, receber, higienizar, estocar e entregar embalagens plásticas padronizadas dentro das normas.
Atualmente, a CeasaMinas controla a entrada de embalagens para tomate, banana e abacaxi, que já possuem modelos aprovados. A partir de fevereiro deste ano, o controle será feito para manga e mamão.

Barracão de Brumadinho

A CeasaMinas ainda vai assinar a ordem de serviço para elaboração do projeto executivo de construção do Barracão do Produtor de Brumadinho, em parceria com a prefeitura do município, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O município foi responsável por ofertar no ano passado cerca de 11,5 milhões de quilos de produtos no atacado do entreposto de Contagem.

Pousada do Produtor

Outra melhoria para os agricultores será a reforma física e aquisição de equipamento para a Pousada do Produtor do entreposto de Contagem, cujo termo de autorização será assinado pela Diretoria da CeasaMinas. A central de abastecimento vai aplicar cerca de R$ 145 mil nas intervenções, visando melhorar o conforto dos usuários que repousam no espaço antes da abertura, a partir das 5h30, do comércio aos compradores.

Convênio

O atual convênio assinado em meados do ano passado entre a CeasaMinas e Seapa delegou a gestão administrativa, financeira e operacional dos Mercados Livres do Produtor (MLPs), do pavilhão 4 do entreposto de Contagem, e de outras áreas pertencentes ao Estado à central de abastecimento.

Os seis MLP’s estão localizados nas unidades da CeasaMinas em Contagem, Uberlândia, Juiz de Fora, Governador Valadares, Caratinga e Barbacena.

O acordo determina que a CeasaMinas e a Seapa desenvolvam e implementem fluxo de informações de mercado referentes à comercialização do setor agropecuário. Além disso, devem elaborar, em conjunto, o modelo de gestão das portarias dos entrepostos, buscando melhorar o controle das estatísticas de produção e comercialização, a fim de orientar a Política Estadual de Segurança Alimentar. 

Fonte: http://www.agricultura.mg.gov.br/

IMA: Novo sistema de Controle de Agrotóxicos está disponível no site do IMA

Já está disponível neste site o novo Sistema de Controle do Comércio de Agrotóxicos e Afins (Sicca). Os revendedores mineiros deverão enviar o relatório de controle de estoque referente ao 2º semestre de 2012 (1º de Julho a 31 de dezembro) a partir de 14 de janeiro. Ainda não foi estipulado o prazo final para entrega deste relatório, bem como dos anteriores ao 2º semestre de 2012.

O Sicca substitui o antigo Sistema de Controle Semestral de Agrotóxicos (Sisagro) e tem como objetivo monitorar o comércio e o uso de agrotóxicos em Minas Gerais, tendo por base informações que propiciem um diagnóstico sobre a realidade dessas atividades no Estado de forma mais ágil e segura.

Pelo antigo sistema, o procedimento era realizado de maneira mais burocrática, com a necessidade de se baixar um programa para enviar o relatório de controle de agrotóxicos. O Sicca é um software desenvolvido exclusivamente pelo IMA e proporciona relatórios mais detalhados, com dados específicos de cada município e estabelecimento comercial, o que consequentemente, garante um maior controle e confiabilidade no armazenamento das informações.

Para o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, é necessário investir constantemente na modernização dos processos. “A expectativa é facilitar o repasse de dados, tornando-os mais fidedignos e detalhados para que o controle do comércio e do uso de agrotóxicos em Minas seja cada vez mais eficaz”, comenta.

De acordo com a legislação, todo estabelecimento que comercializa ou aplica agrotóxicos e afins no Estado deve manter a relação do estoque existente, nome comercial dos produtos, a quantidade comercializada e semestralmente remetê-las ao IMA por meio deste sistema.

Registro

 O IMA fiscaliza o comércio, o armazenamento e o uso de agrotóxicos na agricultura. Portanto, todo estabelecimento comercial e prestador de serviço de aplicação de agrotóxicos no Estado tem que obter o registro, que é obrigatório. Para se registrar é necessário procurar a unidade do IMA mais próxima ao estabelecimento comercial.

Atualmente, 1.033 revendas de agrotóxicos do Estado são registradas no Instituto.

Por se tratar de um produto tóxico para o homem, animais e meio ambiente, o agrotóxico exige cuidados especiais na sua armazenagem, comercialização e uso, podendo ser adquirido somente com a apresentação da receita agronômica, emitida por profissional legalmente habilitado.

Fonte: http://www.ima.mg.gov.br/

IAGRO: Hidromel, a bebida dos bárbaros volta ao mercado


Bebida sagrada dos vikings e que deu origem ao termo lua de mel, está de volta e promete aumentar a renda do apicultor

por Viviane Taguchi, de Botucatu e Mogi das Cruzes


As noites nas tavernas medievais dos séculos V ao XV, diz a história, eram de pura anarquia. Homens imensos, ornamentados com peles de animais, chapéus com chifres e tacapes, ora festejavam, ora se engalfinhavam por qualquer motivo. Os relatos da época contam que toda e qualquer manifestação pedia um item, indispensável para eles em qualquer ocasião: a bebida. E engana-se quem pensa que a preferência dos povos bárbaros era a cerveja (ela só chegou tempos depois). O que eles tomavam era uma beberagem doce, sagrada e “meio mágica”, o hidromel.

A mistura de mel e água, fermentada, ninguém sabe quem inventou ou como surgiu, mas durante séculos foi essencial à dieta medieval. Dela também surgiu a expressão lua de mel, pois os casais tomavam essa bebida durante um ciclo lunar após o casamento para gerar filhos varões. A receita sobreviveu tímida aos séculos, ao surgimento do vinho de uvas e da cerveja, mas há quatro anos foi parar nas mãos de Samir Kadri, zootecnista e apicultor do interior de São Paulo que está tornando o hidromel um habitué nas prateleiras de apreciadores, degustadores de bebidas e lojas especializadas. E o melhor: com a bebida, Kadri aumentou a rentabilidade de sua atividade e abriu uma nova possibilidade de ganho no mercado apícola.

Kadri aprendeu a fabricar a bebida pesquisando a história dos povos antigos, aliado à sua tese de mestrado na área de genética de abelhas. “Eu já tinha ouvido falar, mas nunca visto para comprar”, diz ele. Então, buscou informações em livros estrangeiros, principalmente os europeus, onde a bebida é mais popular, com outros produtores e especialistas em apicultura da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/Unesp) de Botucatu. “Há apicultores que fabricam o hidromel de forma artesanal, para presentear amigos ou para consumo próprio, mas poucos vendem a bebida e não há produção em escala comercial no Brasil”, diz.


"A produção de hidromel abre uma nova possibilidade de renda na apicultura", diz Orsi, da Unesp
A fábrica de Kadri fica no sítio da família em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, e ainda é informal. Ele conta que está pelejando para obter o registro formal do empreendimento e produzir o hidromel em escala comercial. Por enquanto, é o interesse de quem já provou a bebida que está fazendo a sua fama. “Donos de lojas especializadas souberam da produção e fizeram pequenos pedidos. Geralmente, são estabelecimentos que trabalham com diversos tipos de bebidas artesanais.” A fabricação do hidromel elevou os ganhos da produção de Kadri e de todos os apicultores que resolveram investir na fabricação da bebida, um processo que demora no mínimo dois meses para ser finalizado.

Ricardo Orsi, pesquisador e professor da Faculdade de Zootecnia de Botucatu, diz que o preço médio do mel brasileiro gira em torno de R$ 3,20 por litro.

A bebida é vendida a R$ 15 por garrafa de 500 mililitros, quase cinco vezes mais. “O custo de produção do hidromel é baixo e o valor agregado na fabricação permite que o apicultor diversifique a atividade e aumente a rentabilidade”, afirma Orsi. “Na maioria das vezes, é feito a partir de mel de abelhas silvestres, das floradas de eucalipto ou de laranjeiras, mas é possível fabricar essa bebida a partir de qualquer tipo de mel. É somente neste caso que o custo de produção aumenta, pois o mel de jataí ou de mandassaia, por exemplo, tem o preço mais elevado”, lembra o especialista.

O custo de produção, segundo Orsi, gira em torno de R$ 14,40 por litro de hidromel produzido.

A bebida medieval foi redescoberta pelo zootecnista e apicultor Samir Kadri
Em Mogi das Cruzes, Samir Kadri tem um apiário com 30 enxames, e cada um deles possui, em média, 40 mil abelhas, que produzem de 23 a 25 quilos de mel por florada. Para dar conta da produção, que gira entre 45 e 50 litros de hidromel por mês, ele compra mel de outros apicultores, principalmente na entressafra do produto (o auge da safra do mel no Estado de São Paulo, com 6% da produção total do país, ocorre em dezembro).

“Também é uma forma de estimular pequenos agricultores a investir na atividade”, diz ele, que mantém o padrão semisseco para as suas bebidas. “Assim como o vinho, é possível fabricar o hidromel com maior ou menor teor alcoólico, e isso é definido no processo de fermentação. Méis com mais açúcar resultam em uma bebida suave e os méis com menos açúcar em um hidromel seco”, explica a engenheira agrônoma Luciana Trevisan Brunelli, da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA/Unesp) de Botucatu.
Segundo ela, a produção da bebida também segue a classificação dos vinhos (suave, semisseco ou seco), o que implica em diferentes colorações, que vão do amarelo bem claro ao castanho (cor de conhaque). Luciana é especialista em bebidas e conta que, com o mel, também já produziu cerveja. “É um processo mais complicado que a produção de hidromel, mas é possível de ser feito por quem quer se dedicar e investir na atividade.”


NÉCTAR DOS DEUSES
INGREDIENTES

1 litro de mel
2 litros de água
10 gramas de fermento biológico
COMO FAZER Misturar todos os ingredientes com uma colher. Colocar o líquido em um recipiente próprio para fermentação. O recipiente deve ser totalmente vedado, para não entrar ar, mas deve ter uma válvula de escape para a saída do gás carbônico resultante da fermentação. Essa saída deve ficar imersa em água para evitar a entrada de oxigênio. Se isso acontecer, seu hidromel vai virar um vinagre de mel, que também é muito gostoso”, diz o professor Ricardo Orsi.

Fonte: http://www.iagro.ms.gov.br

IAGRO: Brasil pode ir à OMC contra embargo à carne


Brasília - A ministra interina do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Tatiana Prazeres, disse em (02/01/2013) que o Brasil pode recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra os países que anunciaram embargo à carne brasileira em razão da suspeita de contaminação pela encefalopatia espongiforme bovina (EEB), conhecida como mal da vaca louca. Segundo Tatiana Prazeres, na avaliação do governo não há justificativa para as barreiras aos produtos brasileiros. A ministra interina comentou o assunto durante a divulgação dos resultados da balança comercial em 2012.

A possibilidade de ir à OMC já havia sido levantada pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ênio Marques Pereira. No último mês, o secretário disse que o governo dará prazo até março de 2013 para que os países que suspenderam as compras da carne brasileira retirem o embargo. Desde que os primeiros países anunciaram o embargo, o Brasil tem feito esforço para tentar reverter a suspensão, prestando esclarecimentos sobre a doença.

De acordo com o Mapa, o caso confirmado no Paraná de um animal que morreu em 2010 é uma ocorrência não clássica da doença. De acordo com o órgão, apesar da presença do agente causador da EEB não houve manifestação da doença da vaca louca. As informações oficiais do Ministério da Agricultura são que, até o momento, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Japão, África do Sul, Taiwan, Jordânia e Chile adotaram o embargo. A Jordânia suspendeu as compras apenas do Paraná, e o Chile somente de farinha de carne e ossos do rebanho bovino brasileiro. 

Fonte: http://www.iagro.ms.gov.br/

IAGRO: Risco no consumo de carne bovina brasileira é mínimo, dizem especialistas


O consumo da carne bovina brasileira é de risco desprezível para a população, avaliam especialistas. De acordo com eles, a proibição do uso de rações de origem animal na alimentação dos bovinos brasileiros e o fato de não haver relato de novas suspeitas do mal da vaca louca desde a morte da fêmea em que foi confirmada a presença do agente (príon) da encefalopatia espongiforma bovina (EEB) são fatores de segurança para o consumidor.

A morte do animal de 13 anos ocorreu em 2010, em Sertanópolis, no Paraná. Como se tratou de morte súbita, com suspeita de doença neurológica, o governo brasileiro seguiu o protocolo internacional e requisitou análises clínicas e de campo a laboratórios da rede federal e estadual. Pelo fato de os resultados apresentaram divergência, encaminhou as amostras para o laboratório de referência da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), em Weybridge, na Inglaterra, que entregou a conclusão das análises ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em 6 de dezembro de 2012.

Os resultados do laboratório inglês confirmaram a presença do príon mas indicaram que ele era compatível com o tipo H da EEB, também conhecida como EEB Atípica. Segundo o veterinário Paulo Maiorka, professor da Universidade de São Paulo (USP), que atua na área de neuropatologia, essa variação da doença da vaca louca foi catalogada pela primeira vez na Itália em 2004 e apresenta sintomas e locais de lesão no cérebro diferentes do das ocorrências típicas.

"A EEB foi chamada doença da vaca louca porque nos casos típicos o animal fica estressado e avança. Na EEB atípica esses sintomas são mais brandos ou não existem", explicou. Maiorka destaca que isso não significa que a variação não seja perigosa ou não traga risco de contágio ao rebanho. A diferença é que ela não se origina dos fatores de risco típicos da vaca louca, como a ingestão de proteína animal.

"Estudos mostram que [os casos da EEB atípica] são esporádicos e que nenhum país está livre deles. É uma doença endógena. Há uma alteração genética e o príon acaba se acumulando no encéfalo. Pode vir a contaminar o rebanho, a infectividade é a mesma. Mas o risco é menor do que na variação clássica porque no Brasil, hoje, é proibido usar farinha de osso e sangue na composição da ração", disse. Para Maiorka, a detecção do caso do Paraná foi eficiente. "O fato de termos tido caso não é demérito. Mostra que temos um sistema ativo, funcionante, tanto que conseguiu diagnosticar um caso atípico", declarou.

Para o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, o fato de o animal ter morrido 24 horas após o início dos sintomas, conforme divulgado pelo ministério, aponta que "não houve condição de contaminar o rebanho". Ele destaca que as análises de campo não mostraram contaminação atingiu outros animais e que desde 2010 não foram registrados casos semelhantes na região.

Arruda também acredita que o risco de disseminação do mal da vaca louca no Brasil é pequeno pela proibição do uso de rações de origem animal para o rebanho bovino. "O animal é herbívoro. A 'cama de frango' [substrato para coleta de fezes e urina de aves que costumava ser reutilizado para alimentar bovinos] está proibida há muito tempo", explicou.

Josélio Moura, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária (SBMV) e especialista em EEB, também chama a atenção para a retirada rápida do animal contaminado de entre o rebanho. "Veio a óbito de forma muito rápida e o sistema mandou para o laboratório como suspeita de raiva porque houve caso de raiva na região. A vaca não entrou na cadeia produtiva porque foi destruída", disse.

Desde que o Brasil comunicou à OIE a confirmação da presença do agente priônico, em 7 de dezembro, nove países declararam embargo à carne brasileira (Peru, Líbano, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Japão, África do Sul, Taiwan, Jordânia e Chile). A Jordânia suspendeu as compras do gado exportado pelo estado do Paraná, e o Chile de farinha de carne e ossos do rebanho bovino brasileiro.

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Ênio Marques Pereira, disse, em dezembro de 2012, que o país pode ir à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as barreiras caso elas não terminem até março de 2013. No início de janeiro, a ministra interina de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, reiterou a possibilidade de uma representação no organismo e disse que as barreiras não têm justificativa sanitária. Para ela, as restrições têm caráter comercial.

Até o momento, a OIE mantém a classificação do Brasil para EEB em risco "insignificante". O organismo se reunirá em fevereiro, quando especula-se que pode ocorrer uma reclassificação. No entanto, segundo Victor Saraiva, fiscal agropecuário do ministério cedido à OIE, o código do organismo internacional não prevê alteração da classificação de risco em casos como o registrado no Brasil. De acordo com ele, ocorrências idênticas foram registradas em outros países sem que houvesse reclassificação. 

Fonte: http://www.iagro.ms.gov.br/

IAGRO: Governo altera regras para pulverização aérea de agrotóxicos em lavouras


A aplicação aérea de agrotóxicos que contenham imidacloprido, tiametoxam, clotianidina e fipronil em culturas como soja e algodão será flexibilizada de acordo com o ciclo de cada região do país. O uso dos produtos, entretanto, só será permitido em casos onde a aviação agrícola é considerada essencial.

Em outubro de 2012, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizaram a aplicação dos quatro produtos de forma excepcional e temporária para culturas de arroz, cana-de-açúcar, soja e trigo até 30 de junho de 2013. A cultura do algodão foi incluída entre as exceções aprovadas pelo governo, de acordo com regulamentação publicada ontem (04/01/13) no Diário Oficial da União (DOU) - clique aqui para acessar a publicação.

As empresas ficam responsáveis por comunicar o ministério, mensalmente, sobre a aplicação dos produtos. A fiscalização dessa modalidade de uso, segundo a pasta, será intensificada no período de validade da restrição do Ibama.

De acordo com a nova norma, a aplicação aérea para controle de pragas agrícolas desse tipo de agrotóxico deve seguir uma série de condições. Antes da aplicação, por exemplo, os produtores rurais deverão notificar os apicultores localizados em um raio de 6 quilômetros com antecedência mínima de 48 horas.

De acordo com o governo federal, as normas têm como objetivo preservar o máximo possível o período de visitação de abelhas nas lavouras, mas permitindo o controle de percevejos, no caso da soja. Antes, existia um prazo fixo para a aplicação dos agrotóxicos em todos os estados brasileiros. 

Fonte: http://www.iagro.ms.gov.br/